domingo, 24 de outubro de 2010

Da rua.



Um dia uma pessoa, não lembro quem e tão pouco importa, disse que quem é fotógrafo de verdade não tira foto de celular. Que mentira. Que erro! Pelo contrário, quem ama o ofício e é bom nisso faz com o instrumento que tiver! Lógico, uma ótima câmera profissional cai bem, mas o amor, a arte, depende totalmente da pessoa que a faz! Bem, em relação a imagem acima pode não ser um Sebastião Salgado, mas me fez pensar bastante sobre duas coisas: um poema que um dia li (Fuvest ou Enem do ano passado) sobre o amor à (da) rua e o prazer de estar por si só algumas vezes. Sim, as calçadas, tijolos quentes num dia te amam! É só reparar, há frases, desenhos, arquiteturas te observando sempre e esperando ansiosamente para serem admiradas também. Por isso é delicioso sair por aí num sol morno e se sentir acolhido por coisas inanimadas (õu não, vai do gosto da imaginação de cada um).
Este amor, por exemplo, é o caminho do Centro Cultural de São Paulo, aonde muitíssimos estudantes dão uma parada para por em dia as matérias importantes (meu caso), se dedicar para o vestibular (meu caso) ou simplismente relaxar naqueles bancos, cadeiras, teatros incríveis (meu caso).
Bom, quem tiver oportunidade faça essas duas coisas: ande na rua sozinho debaixo do solzinho e vá ao CCSP.
Beijos!

Um comentário:

  1. As frases sempre me pegam!!!

    tenho duas favoritas:

    "tudo posso entre aspas" e,

    haja tanto ontem para tanto hoje.

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