Tem vezes que cuspimos palavras sem raciocinar nas consequências. Isso não é novidade pra ninguém. Mas já pararam pra pensar que se falada toda essa gama unida a um simples nome, mesmo que só em pensamento, todas as entrelinhas e subjetividades de repente pertencem a essa devida pessoa? Por exemplo, se eu vejo a cena de um filme romântico e nele ocorre algo que sem querer acabo associando ao Eduardo, ao Jonas ou ao Leonardo, numa simples sinapse aquela imagem e toda conotação vinda com ela se transforma em escrava do sentimentalismo.
O pior ainda é quando dito em voz alta pra própria pessoa que se torna dona de um acontecimento, de um imagem, de uma música ou outras variáveis. Sabe porque? Quando você a partir daí se refere a qualquer coisa similar ao confirmado escravo é óbvio que o dono sabe o que lhe pertence.
As vezes isso pode ser agradável se tudo te lembra ocorridos bons. Mas a maioria das vezes não é isso que acontece.
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