sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Das sensações.

Das sensações as quais dizem a respeito do meu ser. Se vou até o último vagão e o trem não está ainda ali, quando chega vem bem depressa e eu, se estou na linha demarcatória amarela no chão, sinto o maior medo. Não é exatamente medo, mas é como uma adrenalina de o veículo em alta velocidade bater em mim e para aumentar a sensação vem um vento e põe todos meus fios de cabelo em ordem.
Gosto de sentir em dias de não muito calor, aquele solzinho fraco, mas que esquenta, na pele. Sorte que a ocorrência disso nesses dias é frequente, porque de manhã é fresco, mas a ponta daquela bola amarela gigante já alegra.
A melhor sensação, na verdade, é se sentir confortável. Aquela roupa maravilhosa em que você se sente tranquila. Em dias de frio, o blusão perfeito que cobre o "ante-cofrinho", porque se for curto, quando você dorme durante a aula ( meu caso ) fica tudo descoberto e bate vento. Em dias de calor, aquele chinelo, shorts, regata e algo para prender o cabelo. Se não tenho nada disso, realmente é um grande incômodo.
Agora pouco, gostei também de tirar o tênis e pisar com meia num tapete fofo. Gostoso no frio ver filme embaixo do cobertor.
Comer aquilo que você estava com uma vontade imensa a muito tempo.
Cinema.
Ter uma caderno novo em branco.
Acordar cedo, fazer as coisas que planejou e ouvir uma música animada.
Rir.
Tudo isso são sensações espetaculares, no geral, me definem, porque me sinto completa com elas.

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